Tipo:
Notícias
Enquetes apontam ampla rejeição da sociedade brasileira à PEC 37
Sob o olhar desconfiado da sociedade brasileira, aproxima-se a data da primeira votação, no plenário da Câmara dos Deputados, da polêmica PEC 37, que visa a proibir o Ministério Público e outros órgãos de fiscalização de investigar crimes, atribuindo a exclusividade dessa atribuição às polícias Federal e Civis dos Estados e do Distrito Federal. O tema, polêmico desde sua apresentação ao Congresso Nacional, em junho de 2011, tem sido rechaçado pela população nos mais variados espaços de discussão, mas segue firme rumo à apreciação do Parlamento.
Sob o olhar desconfiado da sociedade brasileira, aproxima-se a data da primeira votação, no plenário da Câmara dos Deputados, da polêmica PEC 37, que visa a proibir o Ministério Público e outros órgãos de fiscalização de investigar crimes, atribuindo a exclusividade dessa atribuição às polícias Federal e Civis dos Estados e do Distrito Federal. A proposta, formulada pelo deputado federal e delegado de Polícia aposentado Lourival Mendes (PTdoB/MA), já foi objeto de inúmeros debates nos meios de comunicação por todo o país. Sempre que a população foi convidada a se posicionar sobre o tema, o resultado foi uma grande rejeição.
Uma enquete lançada há poucos dias pelo portal da Câmara dos Deputados está em andamento e já alcançou o posto de mais votada naquele espaço virtual. Com mais de 84 mil participações dos internautas, 82,73% querem o MP investigando. Para votar e acompanhar o resultado, clique aqui.
SITE UOL

CONVERSAS CRUZADAS

CORREIO DO POVO

VOTAÇÃO ESTÁ PREVISTA PARA 26 DE JUNHO
Diante de tantos sinais de que a proposta não tem a simpatia da sociedade, o próprio Congresso Nacional decidiu ampliar o espaço para a análise e a discussão do assunto. Parlamentares de diversos partidos, além de líderes políticos de vários Estados, igualmente já comprometeram suas posições com a causa ministerial e com a luta contra a aprovação da PEC 37. A expectativa da classe e da Nação é de que o texto seja rejeitado no plenário da Câmara. A primeira votação deve ocorrer em 26 de junho, conforme o presidente da Casa, Henrique Alves.
Últimas notícias